(CACD 2025) item 125 - (Língua Inglesa). It is correct to conclude from the linguistic aspe

Enunciado:

A lack of women at decision-making tables around the world is hindering progress when it comes to tackling conflicts or improving health and standard of living, the highest-ranking woman in the UN (United Nations) has said.
“We’re half the population. And what we bring to the table is incredibly important and it’s missing”, said Amina Mohammed, the UN deputy secretary general. “I think it’s why mostly our human development indices are so bad, why we have so many conflicts and we’re unable to come out of the conflicts.”
Since her appointment in 2017, Mohammed has been a constant voice in pushing back against the under-representation of women in politics, diplomacy and even the UN general assembly. Her efforts have helped cast a spotlight on the fact that women remain relegated to the margins of power around the world; last year the global proportion of female lawmakers stood at 26.9%, according to Switzerland’s Inter-Parliamentary Union.
Speaking to The Guardian, Mohammed said “flexing muscle and testosterone” often dominated at tables of power around the world. “This win, win, win at all costs — I think that would change if women were at the table”, she said.
She acknowledged that the world had seen a handful of female leaders who had not used their position to advocate for greater peace or conflict resolution. “Fair point, we see women in power and they’re sometimes the image of men”, she said. But she described it as unfair to judge women on an individual basis while they were still within the confines of a system dominated by men. “We don’t judge men that way.”
Mohammed highlighted how many parts of society still view women in power as “about taking away, rather than adding” value. “And we have to change that mentality”, she said.
“We kept looking at the Band-aid: put the women in office, let’s have affirmative action. And we never connected the dots for women themselves to build the constituencies and to go out and vote,” she said. “So we have to have a conversation with women first. Because if we’re doing this for women, should it not be by women?”

Based on the previous text, judge the following items.

Texto do item:

It is correct to conclude from the linguistic aspects and the meanings of the third paragraph of the text that the phrase “women remain relegated to the margins of power” (second sentence) is in the passive voice.

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Gabarito sugerido: E
A voz passiva canônica em inglês se constrói com o auxiliar “be” seguido do particípio passado do verbo principal (e, opcionalmente, o agente precedido por “by”). Na sequência “women remain relegated”, o verbo principal é “remain”, que funciona como verbo de ligação, e “relegated” atua como predicativo/adjetivo que descreve o estado em que as mulheres continuam. Não há auxiliar “be” compondo uma estrutura passiva; o que existe é um enunciado de estado (stative) em que o particípio passado tem valor adjetival. Portanto, a forma verbal empregada não configura voz passiva estrita, tornando a afirmativa ERRADA.


Comentário automático feito pela inteligência artificial do Clipping.ai apenas para referência. Comentários dos nossos professores virão a seguir.

This is open to different interpretations Here is the explanation why it is correct in Portuguese: Correto. A frase está na voz passiva — “women” são o sujeito paciente, e “relegated” é o particípio passado que indica que algo ou alguém as relegou às margens do poder. A estrutura passiva está gramaticalmente correta e coerente com o sentido.

Vamos analisar as duas interpretações e descobrir qual delas se sustenta linguisticamente melhor:
:brain: Opção 1: Resposta Verdadeira — É Voz Passiva
Argumento: “Mulheres” são as pacientes (aquelas afetadas), e “relegated” é o particípio passado do verbo “to relegate”.
A estrutura passiva é inferida: alguém (agente não declarado) relegou as mulheres à margem.
Ela se alinha semanticamente com a passividade — as mulheres não agiram; elas foram afetadas.
:white_check_mark: Força: Esta leitura é pragmática e foca no significado. Ela pressupõe que, mesmo sem a estrutura clássica “ser + particípio passado”, a frase implica passividade.
:cross_mark: Opção 2: Resposta Falso — Não Estritamente Passiva
Argumento: O verbo “remain” funciona como um verbo de ligação, não como um auxiliar passivo.
“Relegated” funciona mais como um adjetivo que descreve o estado do sujeito.
Portanto, gramaticalmente, esta é uma construção estativa — não uma voz passiva canônica.
:white_check_mark: Ponto forte: Esta interpretação é tecnicamente precisa do ponto de vista gramatical. Ela segue a definição sintática tradicional de voz passiva.
:receipt: Veredito final?
De uma perspectiva gramatical estrita: a frase “women remain relegated to the margins of power” não está na voz passiva canônica — porque “remain” não é um verbo auxiliar para construção passiva.
De um ponto de vista semântico ou interpretativo: a frase transmite passividade — as mulheres estão em uma condição que lhes foi imposta.
Portanto, a resposta depende se a pergunta valoriza mais a correção sintática ou a interpretação semântica. Se for uma prova ou um teste técnico de gramática, a segunda explicação (ERRADO) pode ser mais apropriada. Se for uma análise linguística com foco no significado, a primeira (CERTO) faz mais sentido.

:blue_book: Se você quiser argumentar que a afirmação é Verdadeira (CERTO – é voz passiva):
Em inglês, a voz não se refere apenas à estrutura formal — ela também reflete como as ações são expressas. Embora “women remain relegated” não use uma construção passiva padrão como “are relegated”, o significado é claramente passivo. As mulheres são descritas como receptoras de uma ação externa: elas foram relegadas às margens do poder.
O verbo “remain” adiciona um aspecto temporal, mostrando que essa condição persiste. “Relegated”, mesmo sem o auxiliar “be”, funciona como um particípio passado e sinaliza que a ação já ocorreu. É razoável chamar isso de passivo de um ponto de vista semântico e interpretativo, enfatizando o significado em detrimento da forma.
Essa abordagem se concentra na intenção e no contexto — o efeito passivo sobre o sujeito — mesmo que a sintaxe não seja canônica.
:closed_book: Se você quiser argumentar que a afirmação é falsa (ERRADO – não é voz passiva):
A frase “women remain relegated to the margins of power” pode parecer passiva, mas, a rigor, não é. Na gramática inglesa, a voz passiva requer o verbo auxiliar “be” seguido de um particípio passado, como em “are relegated”.
Nesta frase, “remain” é um verbo de ligação que introduz uma construção estativa — não uma estrutura passiva. “Relegated” aqui funciona como um adjetivo que descreve o estado em que as mulheres se encontram. Não há nenhuma ação ocorrendo, apenas uma descrição de sua condição.
Portanto, do ponto de vista sintático e gramatical, esta frase não atende aos critérios para voz passiva. Está mais próxima de uma frase como “the door remains closed” — descritiva, não dinâmica.

I suggest this confusion requires this to be ANNULLED. Grammar like this is always controversial, Cebraspoe should keep away from it.

O item 125 afirma que a expressão “women remain relegated to the margins of power” está na voz passiva. Contudo, há ambiguidade quanto ao critério adotado: se gramatical formal ou semântico-funcional. Em termos formais, a voz passiva em inglês exige o auxiliar “be” seguido de particípio passado, o que não ocorre com o verbo “remain”, um verbo de ligação. Assim, “relegated” atua como predicativo e não como parte de uma estrutura passiva canônica. Por outro lado, do ponto de vista semântico, o sujeito “women” sofre a ação de ser rebaixado, o que pode levar à interpretação funcional de passividade. Dada essa ambiguidade entre forma e sentido, solicita-se a anulação do item , pois permite duas leituras igualmente justificáveis e penaliza candidatos com interpretações linguísticas consistentes, porém divergentes.

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