Erros comuns no início da preparação

Vi essa discussão acontecendo no twitter e achei interessante trazer aqui para o fórum, pra gente ter a visão de mais cacdistas. Qual foi seu principal erro, quando começou a estudar para o CACD? No meu caso, acho que cometi três grandes erros:

  1. Subestimar português. Só comecei a estudar português de verdade mais de um ano depois das outras matérias. Achava que não era algo tão complexo e que conseguiria pegar um bom nível rapidinho. Doce ilusão… quando fiz uma redação pela primeira vez, tirei 3 em 50 pontos :melting_face: A gente tende a priorizar as línguas estrangeiras, mas, no início, esquecemos de português, o que acaba nos custando pontos na primeira e na segunda fases.

  2. Não fazer um bom curso teórico de política internacional. Já conversei com muitos internacionalistas e me parece que é um erro comum entre as pessoas formadas em RI. Achava que não precisava política internacional, porque, em tese, tinha estudado tudo na faculdade. Como resultado, nunca tive um bom caderno de PI e demorei muito tempo para entender que o estudo de política internacional para o CACD é muito mais complexo, abrangente e aprofundado do que aquilo que estudamos na faculdade.

  3. Não definir uma rotina de revisões. Se não tivesse cometido esse erro, acho que teria passado na primeira fase bem antes. Na minha opinião, a capacidade de revisar os temas estudado com uma frequência eficiente, sem deixar de lado o aprendizado de novos conteúdos, é o que diferencia um candidato que realmente briga por uma vaga dos demais. Em determinado ponto, eu tinha excelentes cadernos de todas as matérias (com exceção de português), mas não conseguia revisá-los. Ficava sempre consumindo novos cursos, conteúdos etc. Isso mudou quando comecei a fazer flashcards (Anki). O resultado ficou evidente logo na prova seguinte, quando passei da primeira fase pela primeira vez. Desde então, sempre tirei boas notas no TPS.

E você, qual foi seu principal erro no início da preparação?

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Lembro muito bem de quando comecei minha preparação. Decidi não fazer um curso extensivo de Política Internacional por ser formado em RI. Foi uma decisão que gerou um gasto excessivo de energia, pois tive que compensar com mais horas de estudos e organização de caderno, já que me faltou o “Norte” dado em sala de aula por um professor especializado no CACD.

Outro problema sério foi adiar os estudos de línguas estrangeiras, sobretudo o francês.
As provas de francês e de espanhol para o CACD estão cada vez mais difíceis! Não se pode negligenciar a preparação para línguas, pois muitas das aprovações são consequência direta de um bom resultado nessas disciplinas.

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